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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Bourdieu, sempre ele

Bourdieu continue de secouer

ARNAUD SAINT-MARTIN SOCIOLOGUE
JEUDI, 24 DÉCEMBRE, 2015
L'HUMANITÉ

bourdieu2412.jpg

Photo : Remy De La Mauviniere/AP
Le sociologue était convaincu de la nécessité d’unifier les sciences sociales.
Bourdieu et les sciences sociales. Réception et usages, sous la direction de Catherine Leclercq, Wenceslas Lizé, Hélène Stevens (dir.). Éditions La Dispute, 344 pages, 28 euros.
Histoire, anthropologie, science politique, philosophie, études littéraires, économie, droit, etc. : l’oeuvre de Pierre  Bourdieu est l’objet d’usages persévérants et souvent contrastés en dehors de la sociologie, sa discipline de (p)référence. Rien d’étonnant à cela. S’il s’est reconnu comme sociologue, il n’a cessé de provoquer les échanges interdisciplinaires, et il s’est aventuré partout où ses intérêts de connaissance le portaient. Les sommaires de la revue Actes de la recherche en sciences sociales, qu’il a fondée en 1975, en sont l’expression. L’heure n’était pas encore à l’hyperspécialisation, les circulations  étaient possibles. Bourdieu était convaincu de la nécessité d’unifier les sciences sociales. C’est moins le cas aujourd’hui : l’interdisciplinarité est davantage proclamée que mise en pratique par les professionnels des sciences sociales. Dans l’ouvrage collectif particulièrement utile et documenté qu’ils ont coordonné, Catherine Leclercq, Wenceslas Lizé et Hélène

Stevens proposent d’explorer comment Bourdieu a été acclimaté dans les sciences sociales. À distance des caricatures anti-bourdieusiennes (qui ont hélas la vie dure), les différents auteurs défendent une interdisciplinarité « réflexive », « fondée sur le refus des clôtures d’école, sur une pratique intellectuellement féconde des échanges entre disciplines et sur l’affirmation de la raison scientifique face aux  pouvoirs qui s’emploient à l’enrégimenter ». Cette voie était tracée par Bourdieu, comme
l’atteste un texte inédit inséré dans le volume qui porte sur les conditions sociales de l’internationalisation des sciences sociales. Le tableau dressé de cette « réception différenciée » selon les disciplines n’est pas exhaustif, mais il donne une bonne vue d’ensemble. On découvre combien les concepts, les cadres d’analyse et le « style Bourdieu » ont durablement
influencé. Cette diffusion n’est en outre pas sans heurts ni résistances, comme c’est le cas dans l’économie mainstream ou les études littéraires. Ce que Bourdieu recherchait du reste, au nom du « working dissensus » et de la confrontation rationnelle des savoirs d’où qu’ils viennent. Ainsi l’oeuvre continue-t-elle de secouer les structures mentales des sciences sociales, preuve s’il en est de son intérêt et de son endurance.

terça-feira, 30 de março de 2010

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

um link

Um link.

« En quoi l’aliénation mentale se redouble-t-elle d’une aliénationsociale ? » : tel fut un des débats contradictoires de ces années-là.Antipsychiatrie, psychothérapie institutionnelle et psychanalyselacanienne venaient bouleverser l’ordre psychiatrique.

domingo, 22 de abril de 2007

comntários acerca de meu artigo no CiberCongresso...

El artículo de Adriana Dias afronta el estudio del racismo en el espacio de Internet. Lo hace desde una aproximación etnográfica centrada en el análisis de foros virtuales de contenido racista como escenario de práctica social. El artículo debate sobre los significados culturales ocultos en las conversaciones mediatizadas por herramientas de comunicación asíncronas y, al tiempo, reflexiona sobre el potencial del método etnográfico para desentrañar las prácticas culturales que desembocan en actitudes racistas y de odio al otro.La autora aprovecha el objeto de estudio y el método empleado para profundizar en los siguientes tópicos:
# El método y las estrategias de investigación. La autora problematiza sobre el acceso a la muestra y la elección de los foros que serán objeto d estudio.
# La ciber-temporalización (temporalidades en terminología sartreriana) y la secuencia de investigación como esencia de lo etnográfico cuando el campo de estudio se traslada al ciberespacio.
# Las traslaciones entre el análisis de discurso y de contenido desde un enfoque estructural (categorial) en el campo físico y el virtual, con los recursos existentes en el lenguaje y “aparataje” informáticos.
# El artículo culmina con una discusión dialógica sobre el enfoque Pierre Bourdieu del capital social, los hábitos y sus derivadas al ámbito del poder.Estas pueden ser, pues, las dimensiones sobre las que iniciar la discusión de esta interesante aproximación etnográfica al estudio del racismo en la red.

domingo, 25 de março de 2007

terça-feira, 20 de março de 2007

domingo, 11 de março de 2007

Acerca do habitus em Bourdieu...

É pertinente observar que Tomás de Aquino, em seu Comentário ao Livro V da Ética a Nicómaco, de Aristóteles, traduz a idéia de héxis para o conceito de habitus em latim. Provavelmente construiu essa conceituação em fontes diversas, porque não lia grego. O texto de Aquino que introduz o conceito escolástico de habitus é:
Respondeo dicendum quod, sicut supra dictum est, habitus non diversificantur nisi ex hoc quod variat speciem actus, omnes enim actus unius speciei ad eundem habitum pertinent. Cum autem species actus ex obiecto sumatur secundum formalem rationem ipsius, necesse est quod idem specie sit actus qui fertur in rationem obiecti, et qui fertur in obiectum sub tali ratione, sicut est eadem specie visio qua videtur lumen, et qua videtur color secundum luminis rationem...
Uma tradução possível seria algo como: Respondo dizendo que, como foi dito acima, os hábitos não se diversificam a não ser que mude o tipo de ação, de fato, todas as ações da mesma espécie pertencem ao mesmo hábito. Sendo que a espécie da ação deriva do objeto segundo sua razão formal, é necessário que a ação seja da mesma espécie que se liga à razão do objeto, e que se ligue ao objeto sob tal razão, como é da mesma espécie a vista pela qual se vê a luz e pela qual se ver a cor dependendo da razão da luz. Estas .ações da mesma espécie. compõem a héxis descrita por Aristóteles como uma .disposição prática., permanente e costumeira, automática, e muito provavelmente desapercebida, pertencente a um plano ontogenético. Acerca da disposição argumentada por Aristóteles, cf. ARISTÓTELES Ética a Nicômaco. São Paulo, Edipro, 2002, p. 135. Bourdieu localiza no conceito de habitus o .primado da razão prática., .uma disposição incorporada, quase postural... o lado ativo do conhecimento prático que a tradição materialista, sobretudo com a teoria do reflexo tinha abandonado.. (BOURDIEU, P. Ibid, p. 61). Em A Dominação masculina, a construção do habitus é explicada por Bourdieu da seguinte forma: o .... produto de um trabalho social de nominação e de inculcação ao término do qual uma identidade social instituída por uma dessas ’linhas de demarcação mística’, conhecidas e reconhecidas por todos, que o mundo social desenha, inscreve-se em uma natureza biológica e se torna um habitus, lei social incorporada". Cf. BOURDIEU, P. A Dominação Masculina Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 2003, p 64.

Um excelente texto acerca do habitus é de Esclarecer o Habitus, de Loïc Wacquant, disponível aqui.

segunda-feira, 5 de março de 2007

Mais fontes: Pierre Bourdieu

Pierre Bourdieu et le champ médiatique : repères bibliographiques, aqui. Uma lista de artigos e outras fontes nesta URL.

uma citação: “O pensamento em termos de campo demanda uma conversão de toda a visão ordinária do mundo social, que se ocupa exclusivamente das coisas visíveis: do indivíduo (...)ao qual nos liga uma espécie de interesse ideológico primordial; do grupo, que só aparentemente é definido exclusivamente pelas relações, temporárias ou duradouras, informais ou institucionais, entre seus membros; enfim, das relações entendidas como interações (...) É a estrutura das relações constitutivas do espaço do campo que comanda a forma que as relações visíveis de interação podem revestir e o próprio conteúdo da experiência que os agentes podem ter.”

Bourdieu, Pierre. Lições da Aula. Ática, São Paulo,1995. p. 45

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Bourdieu, fontes

Léxico, aqui. Homenagem College de France, nesta URL. Mais fontes aqui.