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quarta-feira, 18 de maio de 2011

SaferNet: Bolsonaro agravou violência de ataques no Twitter

SaferNet: Bolsonaro agravou violência de ataques no Twitter

Ana Cláudia Barros

Evolução das denúncias de manifestações de ódio no Twitter em 2010(Fonte:SaferNet)
A máxima "a internet é um espelho fiel da sociedade" parece ainda mais cabível quando observadas as ondas de discriminação e ódio que têm emergido nos últimos meses no Twitter. Análise da evolução diária das denúncias no microblog, elaborada pela SaferNet e obtida com exclusividade por Terra Magazine, confirma o que já se suspeitava: eventos do "mundo real" impactam diretamente o ambiente virtual.
Nas cinco principais ondas de ataques e nas manifestações de menor proporção deflagradas no Twitter, no período que vai de novembro de 2010 a 16 maio deste ano, essa correlação fica evidente, conforme enfatiza o presidente da SaferNet Brasil - organização não-governamental que combate crimes contra direitos humanos na rede -, Thiago Tavares.
Ele chama a atenção para o "aumento significativo" da frequência e da violência dos ataques após a entrada em cena do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ).
- Com suas declarações polêmicas, o Bolsonaro acendeu o pavio e encorajou algumas ondas sucessivas de homofobia no Twitter e nas outras redes sociais no Brasil; Orkut principalmente - afirma, destacando a conexão entre realidade "online" e "offline".
- Se forem cruzados os dados da planilha com as notícias veiculadas na imprensa, é possível perceber ligação com fatos, como disputas no Congresso, violência a homossexuais na Avenida Paulista, chuvas no Nordeste, metrô em Higienópolis.
Sobre as ondas menores, acrescenta:
- Elas têm se apresentado constantes ao longo de 2011. Em sua maioria, foram detonadas pela polarização do debate em torno dos direitos dos homossexuais.
De acordo com Tavares, a incidência das manifestações de discriminação começou a se acirrar a partir do final do segundo semestre de 2010. Sobre os motivos deste crescimento, argumenta:
- Dois fatores são importantes e, em conjunto, ajudam a entender esses números. O Twitter se expandiu muito no Brasil do segundo semestre pra cá. Hoje, tem em torno de 15 milhões de usuários (no mundo, são cerca de 180 milhões). O aumento expressivo na base de usuários também influenciou no número de casos - diz, prosseguindo com a explicação:
- Outro fator importante foi a violência no debate eleitoral. Essa agressividade que permeou a campanha dos candidatos foi transposta para os eleitores. O clima de animosidade criou um ambiente propício para essas manifestações exacerbadas de ódio.

Evolução das denúncias de manifestações de ódio no Twitter em 2011 (Fonte:SaferNet)
De janeiro a dezembro de 2010, 2.372 tweets(mensagens postadas no microblog) com teor discriminatório foram encaminhados à Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, criada pela SaferNet e operada em parceria com os ministérios públicos federal e estaduais e a Polícia Federal.
Ao todo, foram contabilizados 23.589 denunciantes. Só de janeiro a 16 de maio de 2011, 1.181 tweets com as mesmas características foram reportados à SaferNet, quase a metade do acumulado no ano passado inteiro. Até a mencionada data, 8.942 pessoas se dispuseram a delatar os casos de discriminação. Todas as denúncias são anônimas.
"Detonadores"
O presidente da SaferNet explica que as ondas de preconceito no Twitter Brasil são desencadeadas pelo que chama de "perfis detonadores", usuários que "assumem a dianteira e inauguram uma sequência de ódio, uma gritaria generalizada".
A primeira grande onda aconteceu entre 1º e 4 de novembro do ano passado, logo após o anúncio do resultado das eleições presidenciais. Conforme a SaferNet, o perfil da estudante de Direito Mayara Petruso, apontada na época como pivô da polêmica em razão do comentário de que queria afogar os nordestinos, foi, de fato, o estopim das manifestações de preconceito. Neste período de quatro dias, 4.002 pessoas acionaram a ONG para denunciar.
Tavares comenta que foi necessário um "tratamento de choque" para estancar o tumulto na rede.
- Preparamos um relatório com 1.037 contas do Twitter, mandamos a lista para o Ministério Público e comunicamos à imprensa. Foi imediato. Cessou rapidamente.
- Se você comparar essa onda com as demais, vai perceber que as outras ondas duram, no máximo, 48, 72 horas estourando. A onda contra os nordestinos após as eleições, por sua vez, iria perdurar por mais de uma semana. Ela já durava cinco dias. Era uma atividade enorme. As mensagens estavam cada vez mais agressivas. Isso nos surpreendeu. Era uma onda absolutamente sem controle. Por isso decidimos adotar uma ação enérgica.
O segundo "tsunami" virtual foi registrado entre 17 e 19 do mesmo mês, após o lançamento, às vésperas do Dia Nacional da Consciência Negra, da campanha no Twitter "#HomofobiaNão". Em contraposição ao movimento, grupos conservadores criaram o perfil e a hashtag "#HomofobiaSim", o que impulsionou uma sequência de manifestações de repúdio aos homossexuais. Ao todo, 8.574 denunciaram.
Já a terceira onda, observada entre 29 e 30 também de novembro, teve como mote o neonazismo. Os alvos? Negros e gays. Os dois perfis apontados como os responsáveis pela propagação do ódio (@anjooslava e @anjonazistaheil) já não estão mais ativos, mas os comentários racistas e homofóbicos podem ser vistos via buscador Topsy, que mostra quem foram os autores da divulgação de determinado tweet e exibe as mensagens mais repassadas pelos usuários.
Entre os recados deixados pelos perfis, ataques frontais como: "Eu odeio homossexuais, desejo que todos eles tenham uma morte sofrida e dolorosa, meu sonho é um dia ver a humanidade livre dessa raça!"; "Meu avô foi brutalmente assassinado por um negro. Como eu vou defender esses lixos?"; "Rejeite o lixo multicultural! Despreze a escória homossexual!!! Não irei me acovardar, e sim massacrar"; "Esse país é um lixo, eles querem te obrigar a amar negros, homossexuais. Se for pra viver nesse lixo a minha vida toda, prefiro a morte".
A quarta grande onda, ocorrida em 28 e 29 de dezembro, também foi alavancada pela aversão aos gays, lésbicas, transexuais e bissexuais. Segundo a SaferNet, os perfis detonadores foram @contraGays e @estuproSim, este último cancelado.
A série de ataques mais recente aconteceu em 12 deste mês, após a eliminação do Flamengo na Copa do Brasil pelo Ceará. Em um único dia, 5.150 internautas, indignados com o teor das mensagens de preconceito contra nordestinos, recorreram à SaferNet.

domingo, 21 de março de 2010

Six Delusions of Google's Arrogant Leaders

Six Delusions of Google's Arrogant Leaders

Google's CEO went to Abu Dhabi this week and preached. He sermonized about Google's exceptional virtue — its indifference to profit and supreme trustworthiness. His speech should have been shocking. Except that delusional self-righteousness is now routine at Google.


Matéria inteira aqui.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Social Networks Site Usage: Visitors, Members, Page Views, and Engagement by the Numbers in 2008

Jeremiah Owyang

Stats on social networks are important, but I’m going to need your help in creating a community archive, can you submit stats as you find them?
I’m often asked, “What are the usage numbers for X social network” and I’ve received considerable traffic on my very old post (way back in Jan) of MySpace and Facebook stats, even months later. Decision makers, press, media, and users are hungry for numbers, so I’ll start to aggregate them as I see them
An industry analysts’ perspective on web measurement:To be clear, my employer Forrester doesn’t provide specific numbers about social networks like Compete, Comscore, Nielsen or others, we conduct our own surveys on user/brand behavior, opinions, and technographics, so I’m often asked for these numbers by press. I’ll use this page as a library, and point clients, press, and media to it, so they’re armed.
Numbers don’t tell us much without insight and intrepreation, in fact, you’re going to see conflicting numbers of usage from many of the agencies and social networks themselves. The key is to look at trend movements, don’t focus on the specific numbers but the changes to them over time.
I put more weight on active unique users in the last 30 days vs overall registered, in fact, the actual active conversion rate will often range from 10-40% of actual users sticking around and using the social network, so don’t be fooled by puffed numbers.
No single metric is a good indicator, you have to evaluate the usage from multiple dimensions, so you also have to factor in what are users doing, time on site, interaction, and of course, did they end up buying, recommending products, or improving their lives.
Social Networks Site Usage: Visitors, Members, Page Views, and Engagement by the Numbers in 2008
All Social Networks
Overall growth, Unique Audience of Twitter, Facebook, Bebo, LInkedIn, MySpace and beyond, Oct 23, 2008, Nielsen Wire
Social Media Stats: This comprehensive wiki has additional data, Helen Lawrenece
Membership in social sites: Facebook, MySpace… and Classmates.com, Oct 2008, Rubicon Consulting
Extensive list of social networks by traffic, and google insights mentions, and demographics (but doesn’t state source), it’s best to use this comparatively, Dec 2008, Ignite Social Media
UK Social networking stats show growth, Hitwise Dec 2008
Social TechnographicsUnderstand how people use different social technologies –the first step before you determine which tools to use.
Social Technographics Profile Tool, Forrester Research
New 2008 Social Technographics data reveals rapid growth in adoption, Forrester Research
AdultFriendFinder
59 million unique worldwide visitors per month according to comScore, For the nine months ended September 30, 2008, we averaged more than four million new member registrations on our websites each month, averaged over one million paying subscribers each month from whom we derived 77.2% of our internet revenues. Dec, 2008 IPO statements
Bebo
40 million registered users, Nov 2008, from Bebo directly to me
Beth Kanter has an archive of stats she’s taken screenshots of, as well as this handy index list.
BlogHer
Nielsen Site Census on all of the 2,500 blogs in our Publishing Network, and December, 2008 ended up with: 14.2MM uniques, 62MM page views. Comscore, a panel-based solution, a panel based survey indicated November, 2008 with 6MM uniques. Comscore typically runs at about 50% of our audit trails from Nielsen Site Census. Source: Told to me direct by Blogher, on Jan 2009
A treasure trove of stats are available in this PDF report, read the last slides about not even giving up chocolate!, Blogher, 2008
Digg
“Although the company claims it has 35 million unique users per month, independent researcher comScore (SCOR) says that Digg had 16.3 million users worldwide in October 2008, up 31% from last October’s user base of 12.4 million”, also “But according to Quantcast’s Web site, Digg.com claimed 21.7 million global users as of Nov. 30″, Dec 2008, Business Week
Facebook
Facebook usage skyrockets from election activity: Includes specific usage numbers, fans and supporters, Nov 5th, Source: Zdnet
Facebook 18 Million Unique Visitors in UK, top 5th overall web property, Sep-Aug 08, Source: Comscore
More than 120 million active users (does not indicate measure of active), Facebook is the 4th most-trafficked website in the world, More than 400,000 developers and entrepreneurs from over 160 countries, Over 52,000 applications are currently available on Facebook Platform, Nov 2008, from Facebook Stats Page
I was told by Mark Zuckerberg (face to face) that the total number of registered users is now 140mm, Dec, 2008
If the numbers are right, Facebook’s online users have grown by 30 million in the last four months, up from 90 million users in early July 2008. That means that Facebook is growing much faster than the 250,000 new users per day that the company had previously estimated, Nov 3, 2008, Epoch Times
Gather
Demographies: ages 25-54, median age is 42, 55% women, 1.2 milliion unique vistiors, 9 million pages views per month, 500k are registered, Dec 2008, as told to me by CEO Tom Gerace
Hi5
World’s fastest growing among the top-10 global social networks. Based on the June comScore Media Metrix worldwide figures, hi5 grew 79% in the first half of 2008 – more than twice the growth rate of any of the top 10 social networks. According to comScore, the popular site’s monthly unique visitors increased from 31.4 million in December 2007 to 56.4 million in June 2008 – an increase of 25 million monthly visitors. hi5’s October 2008 Worldwide daily average is: 505 million, July 2008 stats, as told to me by Adriana of Corp Comm of Hi5 team.
LinkedIn
Nearly 60% of LinkedIn users have high personal incomes and hold executive-level or consultant positions, Nov 10th, 2008, LinkedIn, Anderson Analytics.
LinkedIn demographics presentation from Aug, 2008, Erick of Techcrunch
Stats from CEO: 8 million to more than 30 million, while the staff has expanded from 60 to 370 employees, CEO alludes (but doesnt confirm nor deny) that revenues are $75 (million) to $100 million, The average age is 41 years old. The average household income is $109,000; 76 percent of them have a college degree or a graduate degree. It’s pretty evenly split between men and women, slightly more men. Forty-eight percent are outside the United States, from 07 to 2008. Nov, SFGate.
LiveJournal
LiveJournal is almost 10 years old and has 1.9 million active users (PDF), Dec, 2009
MySpace
MySpace has more than 110 million monthly active users around the globe, Jan 2008, emailed to me from press
Reunion
32 Million Registered Members, and Growing. Jan, 2008, Reunion to me direct
Update, Nov 20, 2008: 50 million total registered members, Adding 1.6 million+ members monthly (mostly adults), Nearly 1 million active paying subscribers. Numbers direct from Kate Zentall of Reunion to me.
Second LIfe
Second Life provides real time stats: Residents Logged-In During Last 30 Days: 985,92 (out of 16 million total registered). Nov 18, 2008, Linden Site
Twitter
Global visitors to Twitter rose almost fivefold to 5.57 million in September from a year earlier. Nov 12, 2008, Comscore via BBC.
Locations (Cities) with the most tweets, Tokyo is the most popular city, Real TimeTwitter Local
Twitter stats by usage during week, as well as comparing heavy vs light users, May 15th, Compete (submitted by Nick)
HP Labs has conducted research on twitter, I’ve highlighted the average number of followers, friends, tweets, and active user base.
Twitter is dominated by newer users – 70% of Twitter users joined in 2008, An estimated 5-10 thousand new accounts are opened per day, 35% of Twitter users have 10 or fewer followers, 9% of Twitter users follow no one at all, Dec 08, State of the Twittersphere
WeeWorld
This virtual world/social network aimed at teens who also use IM has reported 25mm registered users, and 1million unique active visitors in last 30 days, as told to me in Nov 2008 on briefing call
2009 Stats
Need more stats See this ongoing list of social networking stats for 2009.
Caveat: As I mentioned before, do not quote these numbers are from me, I’m simply collecting them in one spot, as you’ll see the accuracy will be debated depending on source to source.
I need your help, as you find references to usage, visitors, or registered members numbers in articles or reports, please leave a comment with the URL.

domingo, 13 de setembro de 2009

Digital Activism Survey Report 2009

Authors: Kate Brodock, Mary Joyce, Timo Zaeck
Data Set: download spreadsheet (.xls)
Abstract: Our goal in creating this survey was to collect the first international demographic data on the new group we call “digital activists”: people who use digital technology as part of grassroots campaigns for social and political change.
From late mid-February to mid-April of 2009, DigiActive collected 122 responses through an open online form, followed by three rounds of qualitative and quantitative analysis. Despite the challenges of researching the world’s digital activists we felt a need to record – in some rough way – this evolving demographic. Our original data set is available for download above and we welcome comments below through survey@digiactive.org.
Key Findings:
Age: Of the survey’s 122 respondents, 28% were between the ages of 26 and 30, with 10% above age 50 and only 2% below the age of 20. The low activism rates of these young “digital natives” may be explained by political apathy and entertainment preferences online.
Gender: Outside North America, male respondents outnumbered female respondents by a margin of 7 to 3. If this gap holds true for digital activists in general, this further challenges the gender-neutral identity of technology.
Geography: Geographic representation was largely consistent with global Internet access but should not be used as representative of the true distribution of digital activists around the world.
Economics: Digital activists, particularly in developing countries, are much more likely than the population at large to pay a monthly subscription fee to have Internet at home, to be able to afford a high-speed connection, and to work in a white-collar job where Internet is also available. In short, digital activists are likely to be prosperous.
Access: Intensity of use, rather than simple access, is critical as to whether or not a person is a digital activist. This high use is only possible for people with the ability to pay for it. The Internet may be democratizing, but its effects are felt most strongly in the global middle class.
Mobiles: Respondents with more features on their mobile phone – such as Internet, video, and GPS – are more likely to use their phones for activism. This is another indicator of the importance of financial resources for digital activists, both quantitatively, in terms of greater technology access, and qualitatively, in terms of better (mobile) hardware.
Causes: Across regions, “rights” emerged as the most popular cause, with 21 different types identified by respondents.
Broadcast: The plurality of respondents (37%) believe digital technology’s greatest value for activism is one-way communication. What makes social media useful for digital activism may not be its interactivity but rather the fact that these technologies collapse the barrier to broadcast.
Platforms: Social networks are the most common “gateway drug” into digital activism.
Design: None of most popular activist tools – social networks, blogs, and email – were specifically made for activism. It is likely a combination of their open and agnostic architecture, as well as their high user base, that has made them popular with activists.
Skills: Findings on technology and advocacy skills acquisition challenge the assumption that those who have a facility with technology are more likely to become digital activists and gives encouragement to programs that seek to teach technology skills to traditional activists.
Offline: Older activists in the respondent group are most likely to use digital technology to increase the efficiency of offline activities, such as training and evidence collection, and less likely to participate in activities which have gained popularity because of the availability of online tools, such as posting original content on web sites.
Download PDF (2.2MB)

sábado, 22 de agosto de 2009

Publicidade em sites de conteúdo é mais efetiva do que em portais, diz estudo

Publicado por Daniela Braun, às 15h59 IDGNOW

Campanhas online realizadas em sites de conteúdo são mais efetivas do que em grandes portais ou por meio de intermediários.
Esta é a conclusão de um estudo divulgado nesta quinta-feira (13/8) pela Online Publishers Association - entidade que representa criadores de conteúdo na internet como ESPN.com, MSNBC.com e as versões online dos jornais New York Times e The Wall Street Journal.

O estudo da OPA mostra que a efetividade das campanhas - anúncios memorizados pelos internautas nos últimos 30 dias - foi 21% superior em sites de conteúdo do que em portais, e 50% maior em relação a campanhas de volume gerenciadas por intermediários na internet.

"O que este estudo mostra é que a opção de menor custo não é produtiva", disse o vice-presidente sênior de operações digitais da New York Times Co. em uma reportagem do jornal Wall Street Journal.

A análise realizada pela empresa de pesquisas Dynamic Logic reúne três anos de informações sobre mais de 4.800 campanhas na interne, usando uma ferramenta de medição da Dynamic Logic.

Os anúncios de display, que compõem grande parte das ações tradicionais de publicidade digital, também vêm perdendo espaço, apontam dados da consultoria PricewaterhouseCoopers. Nos Estados Unidos, o ganha-pão da publicidade online vai perder 17% de participação, o que equivale a 4 bilhões de dólares.

Ainda de acordo com a PwC, a receita de publicidade digital dos Estados Unidos deve somar 24,1 bilhões de dólares, uma queda de 3,2% em relação a 2008. Mundialmente, o gasto com anúncios online no segundo trimestre deste ano caiu 5% em relação ao mesmo período do ano passado, somando 13,9 bilhões de dólares, segundo a IDC.

Os portais e as empresas que administram campanhas se defendem, na reportagem, afirmando que, nos sites de conteúdo, anunciantes pagam preços altos por audiências menores. O argumento é que, por meio dos portais, o anunciante pode fazer mais barulho com um único anúncio, atingindo uma audiência maior.

Para alguns anunciantes, o estudo simplifica demais as ações de marketing, que hoje são pulverizadas entre portais, sites específicos e redes de anúncios, com objetivos e alvos distintos.

terça-feira, 31 de março de 2009

Hakken e a "etnografia do proto-ciberespaço".

David Hakken, 1999, Cyborgs@Cyberspace? An Ethnographer Looks at the Future. HAKKEN, D.avid. New York: Routledge, 1999.
Veja aqui.

Resenha feita por Adriana Dias, Doutoranda em Antropologia - UNICAMP. Publicada no OCS - Observatorio para la CiberSociedad

Um dos primeiros livros que li, a respeito da “etnografia do ciberespaço”, ou “etnografia do proto-ciberespaço”, como a define o autor (p.4) foi Cyborgs@Cyberspace? de David Hakken. O livro, muito instigante, desafia a pensar as novas tecnologias à luz de uma perspectiva antropológica.

O nome do livro problematiza a relação do homem bidimensional, tecnológico e cultural, o cyborg (p. 2-4), com o novo espaço de relações sociais, ou um novo “um tipo de formação social” (p.3), o ciberespaço. O sinal @, símbolo que, nos endereços eletrônicos indica o usuário em um domínio no qual utiliza o servidor de e-mail, o @ tem o sentido de “at”. A idéia é portanto pensar este homem bidimensional neste espaço também bidimensional, pois também é uma construção tecnológica e social.

Escrito em 1999, o livro é uma primeira tentativa de problematizar a relação entre as novas tecnologias e as praticas sociais por elas construídas, discutindo que espécie de questões podem surgir, em termos de possibilidades e perigos para o que ele denomina “arena primária da atividade humana”, ou sejam as relações sociais.

Um dos pontos mais interessantes da introdução do texto de Hakken nasce de sua constatação: os seres humanos, como seres tecnológicos e culturais devem ser analisados por uma teoria antropológica que abarque também os estudos técnicos. Para isso seria necessário pensar as identidades formadas e as relações a elas impostas, neste espaço.

Nos segundo capítulo o autor avalia a participação humana no ciberespaço, preconizando que o crescimento desta participação e sua influência sobre as relações sociais fariam deste “mundo” um grande objeto para a antropologia. Interessa-lhe pensar, como etnógrafo o ciberespaço como um lócus humano, e discutir a “revolução dos computadores” a partir de suas implicações para a vida social. Para tanto, o autor revista três décadas de desenvolvimento tecno-eletrônico para pensar o etnógrafo diante das responsabilidades teóricas, éticas e políticas que vem a tona “neste novo mundo”.

No terceiro capítulo, o mais interessante para a metodologia etnográfica, Hakken discute os pressupostos deste método, sua aplicabilidade ao “tipo de formação social” em questão, e como o conceito de “objeto de estudo” da antropologia se manteve distante dos avanços técnicos. Partindo de uma experiência etnográfica no ciberespaço, desenvolvida por Sheffield, Hakken esboça as primeiras discussões antropológicas a respeito do tema. Sem dúvida, a melhor parte do livro aparece aqui: é esta tentativa de pensar o cyborg, uma tentativa que ele divide com outros autores (Downey, 1998, Bell, 2000 e a importantíssima Harraway, 1999), pensando, de dentro da teoria antropológica, e com grande rigor, como discutir, em etnografia virtual a idéia do ciberespaço, e sua relação com o cyborg. O cyborg, neste livro é pensado como “portador da cultura”, hábil em articular tecnologia e relações sociais, atravessando identidades múltiplas e reinvenções sociais. Absolutamente bidimensional o cyborg é o humano dentro do domínio do ciberespaço, ele está @ciberespaço. E por isto empresta também ao ciberespaço a sua dupla dimensão, demarcando-o como espaço tecnológico e social, entre tecnológico e social.

A seguir, no quarto capítulo, ele recorta como esta capacidade de funcionar como um espaço híbrido, entre o cultural e o tecnológico permite ao ciberespaço servir de espaço a outras mediações, entre a ética e a política, por exemplo. Ele mostra como tecnologia é trazida ao jogo, em defesa da idéia de nação, por exemplo ou defendendo projetos políticos.

No quinto capítulo, o autor aponta como esta ambigüidade, do cyborgue e do ciberespaço apontam para relações revestidas de complexidade. E dsicute, ainda, como se comportam as identidades no ciberespaço, e os atores sociais nelas envolvidos, problematizando temas como classe, gênero, raça, entre outros.

No sexto capítulo do livro, Hakken desenvolve duas grandes aproximações analíticas, a primeira, à luz da Economia Política, que enfatiza, por demais a tecnologia, tratando-a como símbolo de progresso, e lendo todos os avanços tecnológicos diretamente como avanços sociais. A segunda aproximação, central na argumentação de Hakken não vê na tecnologia força inevitável e independente, mas também como sujeita, inclusive na leitura que se faz delas, a focas políticas. A idéia de hakken é que o ciberespaço não é amplo, apenas porque inclui o espaço físico das redes de computadores, mas ele é ampliado, na medida em que se desenvolve, politicamente, inclusive, a idéia de que “toda a sociedade” ou “a totalidade social” se utilize destas tecnologias. (pág. 216).

O texto é tão atual, que quase podemos ver as inúmeras campanhas de políticas públicas que se arvoram em resolver os problemas da “exclusão digital” passarem na frente de nossos olhos, nos interrogando porque “politicamente”, como discute Hakken elas são produzidas. Irreversível, este processo exige questionamentos éticos e políticos mais profundos.

Foi diante deste texto que pensei pela primeira vez na idéia de zoon politikon digitalis...O texto remetia-me, diretamente a questão colocada por Hannah Arendt, quando cita Aristóteles e suas únicas “duas atividades necessárias e presentes nas comunidades humanas” (ARENDT, 1981, p. 34) que poderiam ser concebidas como políticas, a saber, a ação (práxis) e o discurso (lexis). Entendo o discurso como prática, pois as condições sociais de sua produção e utilização, como indicou Bourdieu, exigem que o discurso deva ser pensado ´procurando fora das palavras´, nos processos que produzem tal discurso, e que confere aos agentes ´os princípios de um poder que uma certa maneira de utilizar as palavras permite mobilizar´ (BOURDIEU 1998, p.199-200).


A tecnologia, nem as praticas e discursos (estes também práticas) por meio dela desenvolvidos e nela ambientados, jamais poderiam ser, portanto pensados como autônomos do mundo social. Neste sentido, como afirma Hakken, o ciberespaço funciona como uma arena, sujeita à forças políticas e profundamente reflexivo no mundo social. Um novo agora, digitalizado, necessita de antropólogos que o problematizem. Esta idéia central permeia o sétimo capítulo do livro: é preciso pensar a cibercultura, indagá-la, indo além do exame, nada simples, do papel da tecnologia em sua relação com a cultura, para discutir se é possível, e de que forma, etnografá-la, dando conta de como as práticas envolvidas implicam na construção da metodologia etnográfica, como concluiu o autor.






Referências:
ARENDT, H. 1981. A condição humana. São Paulo: Forense/Edusp.
BOURDIEU, Pierre. A economia das Trocas Lingüísticas. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1998.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Internet: ¿Democracia o Anarquía?

Acerca del artículo
Autor: Manuel Calvo HernandoAño: 2001Publicado en: I Jornadas "Ciencia, Periodismo e Internet"
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EL MATERIAL DEL CIBERESPACIO ES TAN DIGNO O INDIGNO DE FIAR COMO LAS FUENTES DE QUE PROCEDA

Internet está acaparando la atención de especialistas en los campos más diversos, desde el comercio electrónico hasta la filosofía, y se abordan aspectos del universo virtual y el mundo digital, con nuevos y sugestivos análisis. El autor de uno de estos libros es Gordon Graham y el título de su libro, Internet. Una indagación filosófica. Por otra parte, la Universidad de Brandeis, en Boston, es la primera en Estados Unidos que ofrece una especialización en In-ternet, con clases interdisciplinares que analizarán el cambio que ha experimentado la vida cotidiana con la tecnología de la red y sus ramificaciones en la política, la economía, la cultura y el arte. Los alumnos podrán elegir esta especialidad como parte de las carreras de Derecho, Sociología, Arte, Política, Economía e Informática. En esta relación falta la Ciencia, que es uno de los componentes más importantes de la red.

Es impresionante el grado y la rapidez con que la modalidad interconectada de comunicación electrónica –conocida indistintamente como la Red, Internet, la Web y el ciberespacio- ha entrado en casi todos los campos de la vida actual. Pero, a pesar de su popularidad y de su amplia propagación, es todavía nueva, demasiado nueva como para permitir una reflexión retrospectiva sobre su naturaleza y su impacto. Aun así, es imposible negar su importancia y, por eso, la tentación de enjuiciar qué es y qué puede significar para la cultura, la ley y la política es muy grande. Un aspecto decisivo lo constituye el hecho de que tanto la tecnología como su uso sufrirán cambios apreciables mientras se redacta el informe.En el mundo de la tecnología de la información Internet es lo más nuevo de lo nuevo; entre las formas del pensamiento, la filosofía es lo más viejo de lo viejo.¿Es lógico pensar que las viejas preguntas de la filosofía puedan iluminar la última innovación tecnológica. Internet es algo muy nuevo, pero ha impulsado ya un gran número de libros, que buscan ir más allá de la explicación y de la exploración de su uso para reflexionar sobre su naturaleza y su impacto.¿ES TRANSFORMADOR INTERNET?

¿Hasta qué punto es transformador Internet?, se pregunta el autor de este libro, Gordon Graham. La Red ofrece distintos aspectos: una extensa biblioteca, una gigantesca galería de cuadros, un tablón de anuncios mundial y es cada vez más el vehículo primario con el que un gran número de grupos se comunican entre sí, Cualquier clase imaginable de curiosidad, cualquier tipo de actividad, encuentra hoy expresión en Internet, desde la investigación científica más avanzada hasta las aficiones más triviales, desde las granes religiones hasta la menor de las perversiones humanas. Es posible hacer operaciones bancarias, comprar bienes de consumo, intercambiar datos académicos, hacer planes de viaje, reservas de avión o incluso echar un vistazo a las posibles habitaciones de los diferentes hoteles.En Internet se hacen nuevas amistades y existen ya muchos ejemplos de profundas personales que han nacido en la Red, y que a veces han conducido a matrimonios entre gente que no se vieron el uno al otro hasta el momento de la boda. El poder del ordenador personal, que hasta hace unos años era poco más que una máquina de escribir con calculadora, ha alcanzado límites insospechados. Para hacernos una idea de lo que es Internet, necesitamos imaginar una combinación de biblioteca, galería, estudio de grabación, cine, cartelera, sistema de correo, galería de compras, tabla horaria, banco, aula, bo-letín de club y periódico. Luego, deberíamos multiplicar por un número infinitamente grande y darle una diseminación geográfica ilimitada. Un ejercicio mental como éste podría ayudarnos a comprender el tamaño y el alcance de Internet, pero lo que quizá no logre destacar en toda su trascendencia es el aspecto extraordinario de la interacción. Aunque puede usarse como una fuente de información, como una extensa enciclopedia, y que ofrece un medio nuevo para noticias y anuncios, es mucho más que eso y no sólo hace posible observar el mundo de Internet; es posible existir y actuar en él. Esto es lo que ha hecho posible acuñar el término “ciberespacio”, que indica una dimensión “espacial” enteramente nueva creada por la cibernética.

TV: FORMAS POBRES DE ENTRETENIMIENTO

Se puede argumentar, sin hacer el ridículo, que la televisión ha producido formas más pobres de entretenimiento que sus predecesores y, además, formas que explotan su capacidad de confundir información con diversión. Un reproche diferente, pero relacionado con el mismo problema, se le podría hacer también a la relación que existe entre las noticias “normales” que ofrece la televisión y la diseminación del conocimiento, así como de su importancia social. Aunque mucha más gente está hoy mejor informada que antes, es relativamente muy poco lo que puede hacer con esta información. Y lo más probable es que el mayor conocimiento que tenemos de las cosas incremente nuestra frus-tración con respecto a nuestras posibilidades de poder. Desde este punto de vista hoy podría decirse que “el conocimiento es frustración”.La indudable capacidad de la televisión para aumentar nuestro conocimiento no es en sí misma un enriquecimiento. Gran parte de la información transmitida es trivial y trivializadora, Mentes de calidad como la de Gordon Graham piensan que cualquier enriquecimiento de la diversión, ampliamente interpretado, debería dar lugar a un aumento de la capacidad imaginativa y no meramente de su más amplia distribución. Sucede que la televisión nos permite llenar más horas del tiempo de ocio que antes, pero no mejor que lo hacían las formas más antiguas del entretenimiento, la conversación y el arte popular. Disponemos seguramente de una mayor elección, si es que pensamos en la elección desde un punto de vista estrictamente numérico, Pero, ¿acaso hemos mejorado nuestros criterios para elegir?Hay razones para pensar que la invención de la radio cambió la manera de funcionar de la política, y que la televisión añadió relativamente poco, en parte porque, mucho más que la radio, es “una ventana de una sola dirección”: el espectador sólo ve lo que el realizador elige mostrarle. Según Graham, existe un escepticismo general sobre la capacidad social y política de la televisión. Fue la radio, no la televisión, lo que produjo una transformación política, y si es así, este hecho ilustra la posibilidad de que las innovaciones tecnológicas que atraen más atención no sean necesariamente las más importantes.Volviendo a Internet, la web es el poder para el pueblo, acompañado de una venganza, pues a diferencia del carácter más bien pasivo de la televisión, su carácter interactivo ofrece a los ciudadanos ordinarios la posibilidad de ejercer una influencia inaudita sobre los acontecimientos políticos y sociales que determinan sus circunstancias y perspectivas. Internet satisface también el criterio de ser radicalmente nuevo, pues al subvertir las fronteras nacionales pre-sagia un cambio importante en las formas culturales y sociales. Por eso se dice que es una World Wide Web, una red a través del mundo.

INTERNET COMO DEMOCRACIA

Los dos aspectos de Internet, su democracia y su internacionalismo muestran que la innovación tecnológica permite a los seres humanos entrar en ámbitos radicalmente nuevos. Según parece, cada innovación tecnológica im-portante y social se acompaña de desventajas y riesgos imprevistos. Tenner examina cuatro áreas importantes en que la innovación tecnológica fue anunciada como muy ventajosa y fue aplicada con rigor: la medicina, la agricultura, el procesamiento de la información y el deporte. Para bien y para mal, la tecnología avanza y la triste realidad es que “la tecnología contemporánea no es ni un arma milagrosa ni una ruina” (Tenner). Excepto quizá en unos pocos casos limitados, al tecnología no debería ser considerada como el servidor de los deseos y de las necesidades humanas, sino como un contribuyente muy importante de su formación.Aunque el uso y la popularidad de Internet avanzan con inaudita rapidez, todavía estamos al principio de su evolución. Entre los sueños a que da lugar, y que algunos activamente proclaman, está el de un mundo cuya libertad de expresión y cuyo control democrático sobrepasen a cualquier cosa que haya conocido la historia de la humanidad. ¿Qué tiene Internet para haber dado origen a la idea de que podría ser un poderoso instrumento democrático? La palabra “foro” ha adquirido hoy un significado principalmente metafórico. Sus raíces etimológicas, sin embargo, proceden de la palabra latina forum, que era la plaza donde los ciudadanos trataban en Roma los negocios públicos. Las realida-des prácticas requieren de nosotros que aceptemos la necesidad de la democracia representativa en vez de la directa.Con el advenimiento del e-mail la contribución de los individuos y de los grupos al debate público puede ahora llevarse a cabo con mucho menos gasto e incomodidad que antes y sin el riesgo de la exposición personal que disuade a muchos de cualquier forma de participación política.

INTERNET COMO ANARQUÍA

La democracia no es el ideal admirable que se suele pensar. De hecho, la idea de “anarquía” puede abordarse de dos maneras, una positiva y otra negativa. Dentro de la positiva, que es la concepción de famosos anarquistas, la anarquía significa ausencia de gobierno, y ausencia de gobierno significa libertad respecto al poder coercitivo del Estado. La anarquía negativa también denota ausencia de gobierno, pero interpreta esto como una condición de ause-cia de ley, un régimen no de libertad, sino de libertinaje.Internet tiene otros aspectos llamativos: su internacionalidad y su popu-lismo. Las relaciones internacionales han sido hasta hoy manejadas por los Estados y ahora pueden cambiar las cosas. En cuanto al populismo, significa que su acceso está limitado por la habilidad y el equipo técnico. Han sido propues-tas formas de censura, pero por ahora ninguna es eficaz. Por ahora, Internet está abierto a todo, pero su autoridad es discutible y depende de las fuentes. Como en el resto de los medios, los juicios de valor se podrán basar en el conocimiento previo y en la reputación adquirida, es decir, si somos capaces de verificarlo con lo que sabemos de otra parte. Internet es una valiosa fuente de conocimiento e información sólo si somos capaces de someter lo que allí encontramos a las verificaciones normales que solemos aplicar a las demás fuentes, y ni su tamaño, ni la libertad del individuo para acceder a la Red alteran este principio. El material de Internet es tan digno o indigno de fiar como las fuentes de que procede.

BIBLIOGRAFÍA-Graham, Gordon (1999): Internet. Una indagación filosófica, Fronesis. Cátedra y Universidad de Valencia.
Otros libros recientes sobre el tema:
-Burgos, Daniel, y Luz De-León (2001): Comercio electrónico, publicidad y márketing en Internet. McGraw-Hill.
-El saber en el universo digital (2001), “Revista de Occidente”, Nº 239.
-Lévy, Pierre (1999): ¿Qué es lo virtual? Paidós.
-Negroponte, Nicholas (1999): El mundo digital. Un futuro que ya ha llegado. Ediciones B.
-Woolley, Benjamín (1994): El universo virtual. Acento Editorial.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Os 100 endereços web mais antigos do mundo

SÃO PAULO - A empresa de registro de domínio iWhois e a Jottings.com divulgaram a lista das cem mais antigas URLs .com em uso no mundo.
O endereço de internet mais antigo é symbolics.com, registrado 22 anos atrás, mais exatamente em 15 de março de 1985. A seguir aparece na lista bbn.com, registrado em 24 de abril de 1985.
URLs mais famosas começam a aparecer somente na sétima colocação, com o registro xerox.com, criado em 09 de janeiro de 1986. Atrás da Xerox vêm outros endereços de empresas de tecnologia, como hp.com, criado em 03 de março de 1986; ibm.com, criado em 19 de março de 86; sun.com, de 21 anos atrás e intel.com, de 25 de março de 1986.
As empresas de tecnologia dominam praticamente toda a lista. Ainda aparecem entre as cem a AMD, a 3Com e a Apple. O centésimo domínio da lista é o nynexst.com, com data de criação de 30 de novembro de 1987.

1. 15-Mar-1985 SYMBOLICS.COM
2. 24-Apr-1985 BBN.COM
3. 24-May-1985 THINK.COM
4. 11-Jul-1985 MCC.COM
5. 30-Sep-1985 DEC.COM
6. 07-Nov-1985 NORTHROP.COM
7. 09-Jan-1986 XEROX.COM
8. 17-Jan-1986 SRI.COM
9. 03-Mar-1986 HP.COM
10. 05-Mar-1986 BELLCORE.COM
11= 19-Mar-1986 IBM.COM
11= 19-Mar-1986 SUN.COM
13= 25-Mar-1986 INTEL.COM
13= 25-Mar-1986 TI.COM
15. 25-Apr-1986 ATT.COM
16= 08-May-1986 GMR.COM
16= 08-May-1986 TEK.COM
18= 10-Jul-1986 FMC.COM
18= 10-Jul-1986 UB.COM
20= 05-Aug-1986 BELL-ATL.COM
20= 05-Aug-1986 GE.COM
20= 05-Aug-1986 GREBYN.COM
20= 05-Aug-1986 ISC.COM
20= 05-Aug-1986 NSC.COM 2
0= 05-Aug-1986 STARGATE.COM
26. 02-Sep-1986 BOEING.COM
27. 18-Sep-1986 ITCORP.COM
28. 29-Sep-1986 SIEMENS.COM
29. 18-Oct-1986 PYRAMID.COM
30= 27-Oct-1986 ALPHACDC.COM
30= 27-Oct-1986 BDM.COM
30= 27-Oct-1986 FLUKE.COM
30= 27-Oct-1986 INMET.COM
30= 27-Oct-1986 KESMAI.COM
30= 27-Oct-1986 MENTOR.COM
30= 27-Oct-1986 NEC.COM
30= 27-Oct-1986 RAY.COM
30= 27-Oct-1986 ROSEMOUNT.COM
30= 27-Oct-1986 VORTEX.COM
40= 05-Nov-1986 ALCOA.COM
40= 05-Nov-1986 GTE.COM
42= 17-Nov-1986 ADOBE.COM
42= 17-Nov-1986 AMD.COM
42= 17-Nov-1986 DAS.COM
42= 17-Nov-1986 DATA-IO.COM
42= 17-Nov-1986 OCTOPUS.COM
42= 17-Nov-1986 PORTAL.COM
42= 17-Nov-1986 TELTONE.COM
42= 11-Dec-1986 3COM.COM
50= 11-Dec-1986 AMDAHL.COM
50= 11-Dec-1986 CCUR.COM
50= 11-Dec-1986 CI.COM
50= 11-Dec-1986 CONVERGENT.COM
50= 11-Dec-1986 DG.COM
50= 11-Dec-1986 PEREGRINE.COM
50= 11-Dec-1986 QUAD.COM
50= 11-Dec-1986 SQ.COM
50= 11-Dec-1986 TANDY.COM
50= 11-Dec-1986 TTI.COM
50= 11-Dec-1986 UNISYS.COM
61= 19-Jan-1987 CGI.COM
61= 19-Jan-1987 CTS.COM
61= 19-Jan-1987 SPDCC.COM
64. 19-Feb-1987 APPLE.COM
65= 04-Mar-1987 NMA.COM
65= 04-Mar-1987 PRIME.COM
67. 04-Apr-1987 PHILIPS.COM
68= 23-Apr-1987 DATACUBE.COM
68= 23-Apr-1987 KAI.COM
68= 23-Apr-1987 TIC.COM
68= 23-Apr-1987 VINE.COM
72. 30-Apr-1987 NCR.COM
73= 14-May-1987 CISCO.COM
73= 14-May-1987 RDL.COM
75. 20-May-1987 SLB.COM
76= 27-May-1987 PARCPLACE.COM
76= 27-May-1987 UTC.COM
78. 26-Jun-1987 IDE.COM
79. 09-Jul-1987 TRW.COM
80. 13-Jul-1987 UNIPRESS.COM
81= 27-Jul-1987 DUPONT.COM
81= 27-Jul-1987 LOCKHEED.COM
83. 28-Jul-1987 ROSETTA.COM
84. 18-Aug-1987 TOAD.COM
85. 31-Aug-1987 QUICK.COM
86= 03-Sep-1987 ALLIED.COM
86= 03-Sep-1987 DSC.COM
86= 03-Sep-1987 SCO.COM
89= 22-Sep-1987 GENE.COM
89= 22-Sep-1987 KCCS.COM
89= 22-Sep-1987 SPECTRA.COM
89= 22-Sep-1987 WLK.COM
93. 30-Sep-1987 MENTAT.COM
94. 14-Oct-1987 WYSE.COM
95. 02-Nov-1987 CFG.COM
96. 09-Nov-1987 MARBLE.COM
97= 16-Nov-1987 CAYMAN.COM
97= 16-Nov-1987 ENTITY.COM
99. 24-Nov-1987 KSR.COM
100. 30-Nov-1987 NYNEXST.COM